SinalFlag
Segurança15 de setembro de 20265 min

Feminicídio não é “red flag”. Quando o SinalFlag não é o caminho

Busca recorde no Brasil não pede mais lista de sinais. Pede limite honesto: o app não substitui denúncia, polícia nem abrigo.

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Equipe SinalFlag

15 de setembro de 2026

Feminicídio é crime. Não é uma red flag mal resolvida, nem o capítulo final de um “relacionamento tóxico” no vocabulário da internet. É o extremo de uma desigualdade que, nos dados públicos brasileiros, na maior parte das vezes envolve companheiro ou ex. Tratar isso como conteúdo de lista é desonesto.

O SinalFlag existe para clareza privada quando a relação não é um lugar de medo: entender comunicação, reciprocidade e confiança, sem diagnóstico e sem sentença. Ele não mede risco de morte. Não substitui Ligue 180, 190, Lei Maria da Penha, casa-abrigo ou a rede do seu município. Se você está em perigo, o próximo passo não é uma análise no site.

Se você está segura e o que busca é entender um padrão, não um perigo, aí sim o produto faz sentido. Se há violência, ameaça ou medo de ir embora, ligue 180 (central de atendimento à mulher) ou 190. Clareza importa. Segurança vem antes.

Ligue 180 / 190

Ler ajuda a entender. O app ajuda a olhar a sua relação de verdade, no privado, com contexto e sem rótulos apressados.

Ligue 180